sexta-feira, agosto 25, 2006

Fado: Amália




Amália
quiz Deus que fosse o meu nome
Amália
acho-lhe um jeito engraçado
bem nosso e popular
quando oiço alguém gritar
Amália
canta-me o fado
Amália
esta palavra ensinou-me
Amália
tu tens na vida que amar
são ordens do Senhor
Amália sem amor
não liga, tens de gostar
e como até morrer
amar é padecer
Amália chora a cantar!
Amália
disse-me alguém com ternura
Amália
da mais bonita maneira
e eu toda coração
julguei ouvir então
Amália p'la vez primeira
Amália
andas agora à procura
Amália
daquele amor mas sem fé
alguém já mo tirou
alguém o encontrou
na rua com a outra ao pé
e a quem lhe fala em mim
já só responde assim
Amália? não sei quem é!

quinta-feira, março 02, 2006

Amália. A vida de uma artista!

Amália Rodrigues, nasce numa familia pobre, que viviam na Beira-baixa, tentando a sorte na capital.
Mais tarde,a mãe dela entrega-a á avó sem condições de poder criá-la, pois era a quinta de nove filhos (como se diz).
Leva a vida, depois de acabar a escola primária: como vendedeira e boradadeira.
Conhece mais tarde, Francisco da Cruz, com quem se apaixona e casa.

segunda-feira, fevereiro 27, 2006

Amália, Sempre!


Amália Rodrigues foi sempre e será a maior fadista Portuguesa. Amália Rodrigues canta na entrada deste site: "O fado veio a Paris" no CD: "Amália 50 anos - Rara e Inédita"
Para mais informações:
ana.patricia@oniduo.pt
o meu e-mail

terça-feira, dezembro 27, 2005

sexta-feira, outubro 28, 2005

Fado: Ai Mouraria

Ai, Mouraria
Da velha Rua da Palma
,Onde eu um dia
Deixei presa a minha alma,
Por ter passado
Mesmo ao meu lado
Certo fadista,
De cor morena,
Boca pequena,
E olhar trocista.
Ai, Mouraria
Do homem do meu encanto
Que me mentia
Mas que eu adorava tanto.
Amor que o vento como um lamento,
Levou consigo
Mas que ainda agora
A toda a horaTrago comigo.
Ai, Mouraria
Dos rouxinóis nos beirais
Dos vestidos cor-de-rosa,
Dos pregões tradicionais.
Ai, Mouraria
Das procissões a passar
Da Severa em voz saudosa,
Da guitarra a soluçar.

quarta-feira, outubro 26, 2005