Magnifica,ilustre,elegante,formosa,sim,esta é a nossa Amália, uma dama do fado! Amália Sempre!!!
sábado, fevereiro 25, 2012
A Poetisa Amália
Amália "o prato cheio do
Fado"
Casa cheia na abertura de actividades da APAF com Tiago Torres da Silva a
falar, no Museu do Fado, apaixonadamente, mas com zelo criterioso, de Amália
enquanto poeta e como inspiradora de poesia.
Tiago Torres da Silva, poeta consagrado e distinguido com um Prémio Amália,
vice-presidente da APAF (Associação Portuguesa Amigos do Fado) esclareceu logo a
abrir que não ia dar uma “aula”, mas todos aprendemos muito.
Primeiro falou de Amália Rodrigues como poetisa (forma que prefere à de
poeta) e afirmou que é a mesma que escreveu “Fui ao mar buscar sardinhas” como
“Grito”, tal como intérprete cantou os mais diversos poetas e tipos de poesia
com uma certeza “qualidade”, disse Torres da Silva.
Para Tiago “todos os poemas estão cheios dela”, aliás como fadista Amália
afirmava-se o “prato cheio de fado”.
Como poetisa começou com “Corria atrás das cantigas” que gravou no Fado
Mouraria. “os primeiros fados foram em redondilha maior”, disse o também poeta e
encenador. Para os poemas Amália transportava a “graça das aguarelas que
cantava”, disse Tiago que considera ter José Carlos Ary dos Santos dado um
incentivo à veia poética da fadista.
Tanto num como noutro a presença
naturalista é constante, disse Tiago Torres da Silva. Amália cantou muito os
ribeiros, disse Tiago, mais até que o mar, como falou de hortelã agreste, peras
e outras.
Sobressai, todavia nos seus poemas a solidão, “uma solidão sem esperança”,
disse Tiago Torres da Silva, “uma solidão cujo desfecho é a morte”.
Este artigo parece-me m,uito interessante e vou aqui partilha foi retirado do site hardmusica, jornal de cultura devem visitar! :)
Uma poetisa espontânea que quis dizer o seu fado, referiu o vice-presidente
da APAF.
O poeta que conviveu com a fadista como o referiu, salientou a “exigência
poética” de Amália que abriu as portas do fado à poesia culta sem nunca ter
desdenhado dos poetas populares que gostava e continuou a cantar.
Outra faceta da palestra realizado domingo, dia 19 de Fevereiro ao fim da
tarde no Museu do fado, cujo auditório estava cheio, foram as canções que Amália
inspirou. Torres da Silva referiu que ele próprio escreveu uns quantos poemas
inspirados em Amália, foi claramente citado o Fado Amália que Joana Amendoeira,
entre os espectadores cantou uma estrofe a capella (lindíssima voz), e referidas
múltiplas canções e fados cantados por Teresa Tarouca, António Pinto Basto,
Roberto Leal, Manuela Cavaco, Mísia, Dulce Pontes, Juan Pardo, António Severivo,
Maria Armanda, Maria da Fé num poema elogiado por Tiago de autoria de José Luís
Gordo, e a marcha “Lisboa à noite” se em vez de saudade o poema original tinha
escrito Amália, Tiago Torres da Silva defendeu a segunda opção.
“Todos temos Amália na voz” por António Variações fechou a palestra que não
teve grande participação do público à excepção de uma poetisa que quis ler um
poema que fez a Amália, Leonilde Henriques, a secretária Lili de Amália, que
apoiou Tiago Torres da Solva num referência a Alexandre O’Neil e ainda Luís de
Castro, da APAF, que contou uma história engraçada de Amália que numa entrevista
afirmou ter começado a cantar Camões porque ele passara por sua casa
mostrara-lhe os versos e ela gostou.
Tiago Torres da Silva foi bastante sério na abordagem que fez da Amália
poetisa e das escolhas poéticas de Amália e o que Amália inspirou, revelou
conhecimento e estudo apurado da matéria
Retirado do site
hardmusica.pt/
Fado"
Casa cheia na abertura de actividades da APAF com Tiago Torres da Silva a
falar, no Museu do Fado, apaixonadamente, mas com zelo criterioso, de Amália
enquanto poeta e como inspiradora de poesia.
Tiago Torres da Silva, poeta consagrado e distinguido com um Prémio Amália,
vice-presidente da APAF (Associação Portuguesa Amigos do Fado) esclareceu logo a
abrir que não ia dar uma “aula”, mas todos aprendemos muito.
Primeiro falou de Amália Rodrigues como poetisa (forma que prefere à de
poeta) e afirmou que é a mesma que escreveu “Fui ao mar buscar sardinhas” como
“Grito”, tal como intérprete cantou os mais diversos poetas e tipos de poesia
com uma certeza “qualidade”, disse Torres da Silva.
Para Tiago “todos os poemas estão cheios dela”, aliás como fadista Amália
afirmava-se o “prato cheio de fado”.
Como poetisa começou com “Corria atrás das cantigas” que gravou no Fado
Mouraria. “os primeiros fados foram em redondilha maior”, disse o também poeta e
encenador. Para os poemas Amália transportava a “graça das aguarelas que
cantava”, disse Tiago que considera ter José Carlos Ary dos Santos dado um
incentivo à veia poética da fadista.
Tanto num como noutro a presença
naturalista é constante, disse Tiago Torres da Silva. Amália cantou muito os
ribeiros, disse Tiago, mais até que o mar, como falou de hortelã agreste, peras
e outras.
Sobressai, todavia nos seus poemas a solidão, “uma solidão sem esperança”,
disse Tiago Torres da Silva, “uma solidão cujo desfecho é a morte”.
Este artigo parece-me m,uito interessante e vou aqui partilha foi retirado do site hardmusica, jornal de cultura devem visitar! :)
Uma poetisa espontânea que quis dizer o seu fado, referiu o vice-presidente
da APAF.
O poeta que conviveu com a fadista como o referiu, salientou a “exigência
poética” de Amália que abriu as portas do fado à poesia culta sem nunca ter
desdenhado dos poetas populares que gostava e continuou a cantar.
Outra faceta da palestra realizado domingo, dia 19 de Fevereiro ao fim da
tarde no Museu do fado, cujo auditório estava cheio, foram as canções que Amália
inspirou. Torres da Silva referiu que ele próprio escreveu uns quantos poemas
inspirados em Amália, foi claramente citado o Fado Amália que Joana Amendoeira,
entre os espectadores cantou uma estrofe a capella (lindíssima voz), e referidas
múltiplas canções e fados cantados por Teresa Tarouca, António Pinto Basto,
Roberto Leal, Manuela Cavaco, Mísia, Dulce Pontes, Juan Pardo, António Severivo,
Maria Armanda, Maria da Fé num poema elogiado por Tiago de autoria de José Luís
Gordo, e a marcha “Lisboa à noite” se em vez de saudade o poema original tinha
escrito Amália, Tiago Torres da Silva defendeu a segunda opção.
“Todos temos Amália na voz” por António Variações fechou a palestra que não
teve grande participação do público à excepção de uma poetisa que quis ler um
poema que fez a Amália, Leonilde Henriques, a secretária Lili de Amália, que
apoiou Tiago Torres da Solva num referência a Alexandre O’Neil e ainda Luís de
Castro, da APAF, que contou uma história engraçada de Amália que numa entrevista
afirmou ter começado a cantar Camões porque ele passara por sua casa
mostrara-lhe os versos e ela gostou.
Tiago Torres da Silva foi bastante sério na abordagem que fez da Amália
poetisa e das escolhas poéticas de Amália e o que Amália inspirou, revelou
conhecimento e estudo apurado da matéria
Retirado do site
hardmusica.pt/
segunda-feira, janeiro 30, 2012
Lavava no rio Lavava
terça-feira, janeiro 17, 2012
Fadista Ana Moura
Ana Moura é uma das Fadistas que eu gosto mais, ao visitar o seu site reparei que esteve em digressão por terras Australianas, aqui segue um excerto, e para quem quiser poderá visitar o site, está fantástico.....
fadista Ana Moura, em digressão internacional, abriu o mês de Março em Istambul, onde apresentou o mais recente álbum, “Leva-me aos fados”, mas passou pela cidade australiana de Adelaide.
Em declarações à Lusa, a cantora afirmou que voltar à Turquia é um “especial prazer”, pois considera significativo repetir espaços onde já actuou. “É um sinal de que gostam de me ouvir, já não vão por curiosidade, mas para ouvir o que faço”, disse.
Ana Moura, que desde 15 de Janeiro está em digressão internacional, afirmou que tem recebido “boas críticas aos concertos” nos jornais locais e as “casas têm estado sempre cheias”. “O álbum ‘Leva-me aos fados’ está a ser muito bem aceite, e é curioso que as pessoas, nomeadamente os portugueses residentes no estrangeiro, já conhecem bem as músicas”, acrescentou.
Boa Sorte!!
fadista Ana Moura, em digressão internacional, abriu o mês de Março em Istambul, onde apresentou o mais recente álbum, “Leva-me aos fados”, mas passou pela cidade australiana de Adelaide.
Em declarações à Lusa, a cantora afirmou que voltar à Turquia é um “especial prazer”, pois considera significativo repetir espaços onde já actuou. “É um sinal de que gostam de me ouvir, já não vão por curiosidade, mas para ouvir o que faço”, disse.
Ana Moura, que desde 15 de Janeiro está em digressão internacional, afirmou que tem recebido “boas críticas aos concertos” nos jornais locais e as “casas têm estado sempre cheias”. “O álbum ‘Leva-me aos fados’ está a ser muito bem aceite, e é curioso que as pessoas, nomeadamente os portugueses residentes no estrangeiro, já conhecem bem as músicas”, acrescentou.
Boa Sorte!!
sexta-feira, janeiro 06, 2012
terça-feira, janeiro 03, 2012
Amália de Filipe La Féria, Lindo
Amália
Cine Casino do Funchal | 1999
Teatro Politeama | Abr.2000
Coliseu do Porto | 2002
Orleans, Lyon e outras cidades francesas e finalmente o Zenith de Paris | 2003
Genebra | 2003
Coliseu de Lisboa | 2004
Casino Estoril | Set.2004
Musical de enorme sucesso baseado na biografia de Amália Rodrigues, escrita por Vítor Pavão dos Santos, e encenado por Filipe La Féria. Estreado em dezembro de 1999 no Cine Casino do Funchal.
O espetáculo foi interpretado por Alexandra (no papel principal de Amália adulta), Liana, Isabel Noronha, Carlos Quintas, Mariema, Henrique Feist, Joel Branco, entre outros, reunindo em palco mais de 50 atores e uma orquestra ao vivo. Narrativa teatralizada da vida do ícone do fado, o espetáculo é uma fulgurante combinação de luz, canções e emoção para o grande público.
Depois da estreia na Madeira, o espetáculo estreou em Lisboa, em abril de 2000, no Teatro Politeama, onde se tornou um fenómeno de público, com sessões esgotadas durante mais de dois anos. Por esse motivo, posteriormente, o espetáculo correu o país de Norte a Sul em atuações sucessivas de enorme êxito. Inevitavelmente, acabou por fazer uma digressão internacional que passou por países como França e Suiça.
Cine Casino do Funchal | 1999
Teatro Politeama | Abr.2000
Coliseu do Porto | 2002
Orleans, Lyon e outras cidades francesas e finalmente o Zenith de Paris | 2003
Genebra | 2003
Coliseu de Lisboa | 2004
Casino Estoril | Set.2004
Musical de enorme sucesso baseado na biografia de Amália Rodrigues, escrita por Vítor Pavão dos Santos, e encenado por Filipe La Féria. Estreado em dezembro de 1999 no Cine Casino do Funchal.
O espetáculo foi interpretado por Alexandra (no papel principal de Amália adulta), Liana, Isabel Noronha, Carlos Quintas, Mariema, Henrique Feist, Joel Branco, entre outros, reunindo em palco mais de 50 atores e uma orquestra ao vivo. Narrativa teatralizada da vida do ícone do fado, o espetáculo é uma fulgurante combinação de luz, canções e emoção para o grande público.
Depois da estreia na Madeira, o espetáculo estreou em Lisboa, em abril de 2000, no Teatro Politeama, onde se tornou um fenómeno de público, com sessões esgotadas durante mais de dois anos. Por esse motivo, posteriormente, o espetáculo correu o país de Norte a Sul em atuações sucessivas de enorme êxito. Inevitavelmente, acabou por fazer uma digressão internacional que passou por países como França e Suiça.
Pode ler mais sobre este espétaculo fabuloso no site de filipelaféria.
sábado, dezembro 31, 2011
domingo, dezembro 18, 2011
Amália da Piedade Rodrigues
Se há uma voz que possa ser tomada como referência e símbolo do povo português, esta é a voz da saudosa Amália Rodrigues. Quer seja por sua musicalidade imbatível, quer seja por sua história de vida cativante, Amália tornou-se o retrato da música portuguesa em todo o mundo, reinando soberana por décadas e décadas até sua morte, em 1999.
Amália da Piedade Rodrigues nasceu em 1920, em Lisboa. Já em 1935, aos quinze anos de idade, a cantora debutou nos palcos ao apresentar-se, acompanhada da guitarra portuguesa, em uma festa beneficente. Mas foi em 1939 que começou definitivamente sua carreira, no Retiro da Severa, a casa de fados mais importante da época.
Amália da Piedade Rodrigues nasceu em 1920, em Lisboa. Já em 1935, aos quinze anos de idade, a cantora debutou nos palcos ao apresentar-se, acompanhada da guitarra portuguesa, em uma festa beneficente. Mas foi em 1939 que começou definitivamente sua carreira, no Retiro da Severa, a casa de fados mais importante da época.
Cesária Èvora a Diva dos Pés descalços
Um pouco da sua história, e uma pequena homenagem feita aqui a essa grande Diva da musica de Cabo Verde, retirado da Wikipédia.
Life and careerÉvora was born on 27 August 1941 in Mindelo, São Vicente, Cape Verde. When she was seven years old her father died, and at age ten she was placed in an orphanage, as her mother could not raise all six children. Aged 16, she was persuaded by a friend to sing in a sailors' tavern.[2]
In the 1960s, she started singing on Portuguese cruise ships stopping at Mindelo as well as on the local radio. It was only in 1985 when at the invitation of Cape Verdean singer Bana she went to perform in Portugal. In Lisbon she was discovered by the musician José da Silva and invited to record in Paris.[3]
Évora's international success came only in 1988 with the release of her first album La Diva Aux Pieds Nus recorded in France.[2] Her 1992 album Miss Perfumado sold over 300,000 copies worldwide.[4]
Her 1995 album Cesária brought her broader international success and the first Grammy Award nomination.[2] In 1997, she won KORA All African Music Awards in three categories: Best Artist of West Africa, Best Album and Merit of the Jury.[5] In 2004, her album Voz d'Amor was awarded a Grammy in the World music category.[2]
In 2010, Évora performed a series of concerts, the last of which was in Lisbon on 8 May. Two days later, after a heart attack, she was operated on at a hospital in Paris. On the morning of 11 May she was taken off artificial pulmonary ventilation, and on 16 May she was discharged from the intensive care unit and transported to a clinic for further treatment. In late September 2011, Évora's agent announced she was ending her career due to poor health.[6]
On 17 December 2011, aged 70, Évora died in São Vicente, Cape Verde from cardiorespiratory insufficiency and hypertension.[7]
A sua bela musica viverá para sempre
Life and careerÉvora was born on 27 August 1941 in Mindelo, São Vicente, Cape Verde. When she was seven years old her father died, and at age ten she was placed in an orphanage, as her mother could not raise all six children. Aged 16, she was persuaded by a friend to sing in a sailors' tavern.[2]
In the 1960s, she started singing on Portuguese cruise ships stopping at Mindelo as well as on the local radio. It was only in 1985 when at the invitation of Cape Verdean singer Bana she went to perform in Portugal. In Lisbon she was discovered by the musician José da Silva and invited to record in Paris.[3]
Évora's international success came only in 1988 with the release of her first album La Diva Aux Pieds Nus recorded in France.[2] Her 1992 album Miss Perfumado sold over 300,000 copies worldwide.[4]
Her 1995 album Cesária brought her broader international success and the first Grammy Award nomination.[2] In 1997, she won KORA All African Music Awards in three categories: Best Artist of West Africa, Best Album and Merit of the Jury.[5] In 2004, her album Voz d'Amor was awarded a Grammy in the World music category.[2]
In 2010, Évora performed a series of concerts, the last of which was in Lisbon on 8 May. Two days later, after a heart attack, she was operated on at a hospital in Paris. On the morning of 11 May she was taken off artificial pulmonary ventilation, and on 16 May she was discharged from the intensive care unit and transported to a clinic for further treatment. In late September 2011, Évora's agent announced she was ending her career due to poor health.[6]
On 17 December 2011, aged 70, Évora died in São Vicente, Cape Verde from cardiorespiratory insufficiency and hypertension.[7]
A sua bela musica viverá para sempre
quarta-feira, dezembro 07, 2011
Marco Rodrigues, Nova geração de Fadistas
Como mostra distintas Lisboas, o novo disco de Marco Rodrigues
também mostra distintos fados. É notável perceber o artifício com que Rodrigues
se reúne com valores diferentes do panorama musical português para criar a sua
vertente muito peculiar de Fado.
também mostra distintos fados. É notável perceber o artifício com que Rodrigues
se reúne com valores diferentes do panorama musical português para criar a sua
vertente muito peculiar de Fado.
A não deixar de ouvir este fadista.....
Marco chegou ao Fado como um estranho, mas o Fado rapidamente o
reclamou para as suas lides: “Eu canto fado, vivo do fado mas não estou (apenas)
no fado”.
reclamou para as suas lides: “Eu canto fado, vivo do fado mas não estou (apenas)
no fado”.
Mas há fados que o próprio fado desconhece e Marco Rodrigues
faz questão de os cantar: “… também gosto da canção, a canção tal como entendida
muitas vezes pelo Carlos do Carmo, o Paulo de Carvalho ou o Fernando Tordo”.
faz questão de os cantar: “… também gosto da canção, a canção tal como entendida
muitas vezes pelo Carlos do Carmo, o Paulo de Carvalho ou o Fernando Tordo”.
É na fusão entre o fado clássico e a canção popular que Marco
Rodrigues se destaca, mas também ao compor para cantar e ao acompanhar a sua
própria voz à viola.
Rodrigues se destaca, mas também ao compor para cantar e ao acompanhar a sua
própria voz à viola.
Este fadista, cantor, violista, e compositor junta neste seu
disco “Tantas Lisboas” todos os fados que lhe cabem na alma. Se num momento
canta “Fado do Estudante” e rapsódias tradicionais, no seguinte apresenta uma
vala dançante que é cantada em parceria com Mafalda Arnauth, outra das vozes da
nova geração. Mas é cantando com Carlos do Carmo “O Homem do Saldanha”, cuja
letra foi escrita pelo rapper Boss AC, que melhor se vêm encontrados os fados,
novos e velhos, que a alma de Marco Rodrigues conserva e quer mostrar.
disco “Tantas Lisboas” todos os fados que lhe cabem na alma. Se num momento
canta “Fado do Estudante” e rapsódias tradicionais, no seguinte apresenta uma
vala dançante que é cantada em parceria com Mafalda Arnauth, outra das vozes da
nova geração. Mas é cantando com Carlos do Carmo “O Homem do Saldanha”, cuja
letra foi escrita pelo rapper Boss AC, que melhor se vêm encontrados os fados,
novos e velhos, que a alma de Marco Rodrigues conserva e quer mostrar.
Marco Rodrigues é um dos baluartes desta nova geração de
cantores de fado, que parecem querer levar o género musical português por
excelência a lugares que este nunca sonhou ir.
cantores de fado, que parecem querer levar o género musical português por
excelência a lugares que este nunca sonhou ir.
Ver vídeo "Fado do Estudante"
Retirei este artigo do site intertenimento.pt
Etiquetas:
Marco Rodrigues,
Nova Geração de Fadistas
segunda-feira, dezembro 05, 2011
RÁDIO AMÁLIA
Uma sugestão, oiçam a rádio Amália passa pelo menos dois fados da Amália Rodrigues por hora, estão semrpe a colocar fados lindos modernos, antigos.....
Uma rádio a escutar e saborear..
Uma rádio a escutar e saborear..
quarta-feira, novembro 30, 2011
QUANDO TUDO ACONTECEU...
1920: Nasce
em Lisboa no Bairro de Alcântara a 1 de Julho (data escolhida por Amália porque
nos registos consta o dia 23).
-
1929: Entra na Escola Oficial da
Tapada da Ajuda, onde terminará a instrução primária. - 1934: Trabalha como bordadeira,
engomadeira e tarefeira. - 1935: Desfila na Marcha de Alcântara e canta pela primeira vez, acompanhada à
guitarra, numa festa de beneficência. - 1938: Representando o Bairro de
Alcântara participa no Concurso da Primavera. - 1939: Estreia-se como fadista no Retiro
da Severa. - 1944: A estada no
Brasil, prevista para seis semanas, estende-se por três meses. Actua no Casino
de Copacabana. - 1945: No Brasil
grava os primeiros dos 170 discos (em 78 rotações) da sua carreira. - 1947: É
protagonista no filme «Capas Negras», batendo todos os recordes de exibição ( 22
semanas em cartaz no Cinema Condes). - 1948: Recebe o prémio do SNI
(Secretariado Nacional de Informação) para a melhor actriz, pelo seu papel em
«Fado», filme de Perdigão Queiroga. - 1949: Actua pela primeira vez em Paris
e Londres. - 1951: Digressão a
África: Moçambique, Angola e Congo. - 1952: Actua pela primeira vez em Nova
Iorque no La Vie en Rose, ficando 4
meses em cartaz. Assina contrato com a editora discográfica Valentim de
Carvalho, que passa a gravar todos os seus discos. - 1953: É a primeira artista portuguesa a
cantar na televisão americana no programa «Eddie Fisher Show». - 1954: Edita o primeiro LP nos Estados
Unidos. Actua no Mocambo, em
Hollywood. - 1955: Interpreta a
«Canção do Mar» e o «Barco Negro» no filme de Henri Verneuil «Os Amantes do
Tejo». Filma no México «Música de Sempre» com Edith Piaf. - 1957: Estreia-se no Olympia em Paris e começa a cantar em
francês. Charles Aznavour escreve para ela «Ai, Mourrir pour Toi». - 1961: Casa no Rio de Janeiro com o
engenheiro César Seabra com quem vive até à morte deste em 1997. - 1962: Lança o disco «Asas Fechadas» e
«Povo que Lavas no Rio» do poeta Pedro Homem de Mello. - 1966: Actua no Lincoln Center (Nova Iorque) com uma
orquestra sinfónica dirigida pelo maestro André Kostelanetz. - 1967: Recebe em Cannes, pela mãos do
actor Anthony Quinn, o prémio MIDEM (Disco de Ouro) para o artista que mais
discos vende no seu país, facto que se repete nos dois anos seguintes, proeza só
igualada pelos Beatles. - 1970: Actua em Tóquio, Nova Iorque e
Roma e recebe uma alta condecoração francesa. - 1975: Regressa ao Olympia em Paris. - 1976: É editado pela UNESCO o disco «Le
Cadeau de la Vie» em que figura ao lado de Maria Callas e de Jonhn Lennon. - 1977: Canta no Carnegie Hall de Nova Iorque. - 1985: Volta a cantar no Olympia de Paris. Dá o primeiro concerto
a solo no Coliseu dos Recreios de
Lisboa. - 1989: Comemora os 50 anos
de carreira com uma exposição no Museu do
Teatro em Lisboa. - 1990: Dois
grande espectáculos: Coliseu dos
Recreios e no S. Carlos onde,
pela primeira vez em 200 anos, se ouve cantar o fado. - 1994: Actua pela última vez em público
no âmbito de Lisboa, Capital da Cultura. - 1995: É operada a um tumor no pulmão.
Edita o seu último disco «Pela Primeira Vez». - 1998: É lançado o disco O melhor de Amália, muito aclamado pela
crítica internacional. É homenageada na Expo 98. - 1999: A 6 de Outubro morre em Lisboa,
na sua casa na Rua de S. Bento.
Leonor Lains
retirado do site Vidas Lusófonas, um site muito interessante para quem gosta da Grande Fadista
terça-feira, novembro 29, 2011
Fado - Portuguese: destiny, fate
Fado (Portuguese: destiny, fate) is a music genre which can be traced to the 1820s in Portugal, but probably with much earlier origins. Fado historian and scholar, Rui Vieira Nery, states that "he only reliable information on the history of Fado was orally transmitted and goes back to the 1820s and 1830s at best. But even that information was frequently modified within the generational transmission process that made it reach us today." In popular belief, fado is a form of music characterized by mournful tunes and lyrics, often about the sea or the life of the poor. However, in reality fado is simply a form of song which can be about anything, but must follow a certain structure. The music is usually linked to the Portuguese word saudade which symbolizes the feeling of loss (a permanent, irreparable loss and its consequent life lasting damage). Amália Rodrigues, Carlos do Carmo, Mariza, Mafalda Arnauth, and Cristina Branco are amongst the most famous individuals associated with the genre.
On November 27, 2011, Fado was inscribed in the UNESCO Intangible Cultural Heritage Lists.[1]
Retirado do site wikipedia
On November 27, 2011, Fado was inscribed in the UNESCO Intangible Cultural Heritage Lists.[1]
Retirado do site wikipedia
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Fado Patrimonio da Humanidade
segunda-feira, novembro 28, 2011
Lisboa Menina e Moça- Carlos do Carmo
No castelo, ponho um cotovelo
Em Alfama, descanso o olhar
E assim
desfaz-se o novelo
De azul e mar
À ribeira encosto a cabeça
A almofada,
na cama do Tejo
Com lençóis bordados à pressa
Na cambraia de um beijo
Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus
seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a
ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça,
amada
Cidade mulher da minha vida
No terreiro eu passo por ti
Mas da graça eu vejo-te nua
Quando um pombo
te olha, sorri
És mulher da rua
E no bairro mais alto do sonho
Ponho o
fado que soube inventar
Aguardente de vida e medronho
Que me faz
cantar
Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus
seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a
ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça,
amada
Cidade mulher da minha vida
Lisboa no meu amor, deitada
Cidade por minhas mãos despida
Lisboa
menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
Lindo fado... Por mim, gosto mais cantado pelo Carlos do Carmo :)
Composição: Ary dos Santos e Paulo de Carvalho
Fado Património da Humanidade
Fado passa a ser Património Imaterial da Humanidade
O fado é a partir de agora Património Imaterial da Humanidade. A candidatura do género musical português foi aprovada este domingo durante o VI Comité Intergovernamental da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. A UNESCO distingue o fado enquanto tradição e expressão da identidade da cultura do país. Os peritos da Organização avaliaram o processo de candidatura português como exemplar. Em Lisboa, o Presidente da República viu na decisão “um motivo de orgulho para todos os portugueses”.
Retirado do site RTP Noticias
Esta é a melhor altura para fazer aqui uma homenagem á Nossa querida Amália Rodrigues, agora que o nosso belo fado é Património da Humanidade, nós Bonecas da Filó, temos o prazer de mostrar aqui a nossa boneca Amália feita já a alguns anos muito bem acompanhada pelos seus guitarristas. Esta boneca é totalmente feita com materiais importados da Suíça.
Esperamos que goste.
Fado Patrimonio da Humanidade
O Fado é de todos e do mundo inteiro
O fado é a partir de agora Património Imaterial da Humanidade. A candidatura do género musical português foi aprovada este domingo durante o VI Comité Intergovernamental da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. O Castelo de São Jorge, em Lisboa, iluminou-se para a homenagem devida.
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Fado Patrimonio da Humanidade
Fado passa a ser Património Imaterial da Humanidade
O fado é a partir de agora Património Imaterial da Humanidade. A candidatura do género musical português foi aprovada este domingo durante o VI Comité Intergovernamental da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. A UNESCO distingue o fado enquanto tradição e expressão da identidade da cultura do país. Os peritos da Organização avaliaram o processo de candidatura português como exemplar. Em Lisboa, o Presidente da República viu na decisão “um motivo de orgulho para todos os portugueses”.
Em época de crise, uma grande alegria :)
Em época de crise, uma grande alegria :)
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Fado Patrimonio da Humanidade
segunda-feira, novembro 21, 2011
Petição Fado a Parimonio Imaterial da Humanidade
Petição Fado - Património Imaterial da Humanidade Para:Ministério da Cultura, Comissão Nacional da UNESCOO fado é uma festa. O fado é, há pelo menos mais de dois séculos, património imaterial nosso.
Uma marca cultural constante e permanente que alimenta a alma de um povo.
O Povo Português. Todo o Povo Português.
Em boa hora decidiram as autoridades nacionais diligenciar junto da UNESCO no sentido de que o Fado seja reconhecido mundialmente como Património Imaterial da Humanidade.
Sabendo que a Candidatura está construída com fortíssima base cultural e científica, confiando na validade e justeza dos fundamentos da mesma Candidatura, tendo a certeza de que tem plena justificação que a Comunidade Internacional qualifique o Fado como património Imaterial da Humanidade
Assine está no site petição pública
Uma marca cultural constante e permanente que alimenta a alma de um povo.
O Povo Português. Todo o Povo Português.
Em boa hora decidiram as autoridades nacionais diligenciar junto da UNESCO no sentido de que o Fado seja reconhecido mundialmente como Património Imaterial da Humanidade.
Sabendo que a Candidatura está construída com fortíssima base cultural e científica, confiando na validade e justeza dos fundamentos da mesma Candidatura, tendo a certeza de que tem plena justificação que a Comunidade Internacional qualifique o Fado como património Imaterial da Humanidade
Assine está no site petição pública
terça-feira, novembro 08, 2011
Conversa com Fadista
Amália Rodrigues
Conversa com fadista no Martinho da Arcada em 1992 editada em livro
A tertúlia que a fadista Amália Rodrigues protagonizou em abril de 1992 no Martinho da Arcada, em Lisboa, orientada por Luís Machado, será apresentada em livro na quinta-feira no Museu do Fado em Lisboa.O livro, intitulado “Confidências numa noite de primavera”, inclui a conversa de cerca de cinco horas entre o escritor Luís Machado e a fadista, e ainda uma cronologia da vida e carreira de Amália, várias fotografias, uma sintética biografia e uma lista selecionada dos álbuns da cantora.
“Esta tertúlia inseriu-se nas ‘Conversas à quinta-feira’ no Martinho da Arcada e foi já parcialmente publicada precisamente em 1992, numa obra que inclui excertos de todos os encontros realizados”, disse Luís Machado à agência Lusa.
“Notei quando ela chegou, com uma hora de atraso por achar que a tertúlia era às 21:00 e não às 20:00, que estava muito deprimida, pouco à vontade, cansada e um bocado desencantada”, recordou o autor.
“Um estado de espírito que se desanuviou ao longo da conversa, e a meio dela, Amália já estava animada, e o livro regista precisamente estas mudanças de humor”, referiu Luís Machado.
No prefácio à obra, o musicólogo Rui Vieira Nery afirma que esta conversa tem “a particularidade de ser, muito provavelmente, a última grande entrevista da artista, dada a um interlocutor para com quem é evidente da sua parte uma postura de empatia pessoal e de respeito intelectual, e de representar, por isso, um depoimento precioso para fixar o que eram o seu estado de espírito e o seu olhar sobre si mesma nessa fase derradeira da sua vida”.
Excerto Retirado de artigo do site do sapo Mulher
quarta-feira, novembro 02, 2011
A Chave da Minha Porta
Amália Rodrigues - A Chave Da Minha Porta
Eu vi-te pelo São João
Começou o namorico
E dei-te o meu
coração
Em troca de um manjerico
O nosso amor começou
No baile da minha rua
Quando São Pedro
chegou
Tu eras meu e eu era tua
Esperava por ti
Como é de ver de quem ama
Tu vinhas tarde p'ra
casa
Eu ia cedo p'rá cama
P'ra me enganar
Que a esperança em mim estava morta
Deixava a chave a
espreitar
Debaixo da minha porta
Deixava a chave a espreitar
Debaixo da minha porta
Passou tempo e noutro baile
Tu sempre conquistador
Lá foste atrás de
outro xaile
E arranjaste outro amor
Fiquei louca de ciúme
Porque sei que esta paixão
Não voltará a ser
lume
Pra te aquecer o coração
Espero por ti
Como é sina de quem ama
Tu já não vens para casa
Mas
eu vou cedo p'rá cama
P'ra me enganar
Que a esperança em mim já está morta
Eu deixo a chave a
espreitar
Debaixo da minha porta
Eu deixo a chave a espreitar
Debaixo da minha porta
P'ra me enganar
Que a esperança em mim já está morta
Eu deixo a chave a
espreitar
Debaixo da minha porta
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